sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
adeus ano velho
as coisas parecem tão confusas e sem sentido.
um ano inteiro e você olha para trás se perguntando: o que foi que eu fiz?
as coisas parecem não ter tido a mínima utilidade, e não ter feito a menor diferença... como se você estivesse estática por um longo período de tempo apenas olhando tudo acontecer ao seu redor, e o que você fez acontecer?
e talvez até tenha feito, mas o que isso fez mudar em sua vida?
fogos de artíficio, uma taça na mão, e muitos sorrisos... desejos de que os próximos 365 dias sejam completamente diferentes dos mesmos 365 passados.
desejando que algo te ilumine a fazer coisas melhores, receber coisas melhores, ser tratado melhor.
mas se vc desejou isso embaixo dos mesmos fogos de artifício da outra vez, porque não foi diferente? pq não mudou.
a pergunta é: o que você fez para que isso mudasse?
um ano inteiro e você olha para trás se perguntando: o que foi que eu fiz?
as coisas parecem não ter tido a mínima utilidade, e não ter feito a menor diferença... como se você estivesse estática por um longo período de tempo apenas olhando tudo acontecer ao seu redor, e o que você fez acontecer?
e talvez até tenha feito, mas o que isso fez mudar em sua vida?
fogos de artíficio, uma taça na mão, e muitos sorrisos... desejos de que os próximos 365 dias sejam completamente diferentes dos mesmos 365 passados.
desejando que algo te ilumine a fazer coisas melhores, receber coisas melhores, ser tratado melhor.
mas se vc desejou isso embaixo dos mesmos fogos de artifício da outra vez, porque não foi diferente? pq não mudou.
a pergunta é: o que você fez para que isso mudasse?
domingo, 16 de novembro de 2008
espaço
é incrível ver que com o passar do tempo as coisas das quais mais nos orgulhamos em obter já não são mais conservadas...
o respeito, o limite, a liberdade, o carinho, a consideração, a empatia... se perdem em um vão que é tão pequeno, mas ao mesmo tempo tão escuro que o faz parecer imenso, de um tamanho cujo parece ser impossível recuperá-las.
a beleza do que aconteceu há minutos atrás já não tem mais o mínimo valor, e se quer é lembrada perto de um erro, de um engano imensamente menor, do que deveria de fato ser levado em conta.
as pessoas não se comprimentam mais, não se olham mais... não se tocam mais...
são estranhos deitados na mesma cama, divindo o mesmo cobertor... deitados sob o mesmo lençol que guarda tantas histórias de amor... há beleza, no que aconteceu há minutos atrás...
beleza essa que dura menos tempo do que a vida de uma simples borboleta...
coisas belas, voam, sonham, mas só duram, e quando duram, vinte e quatro horas.
as palavras, as boas palavras... aquelas que ficam guardadas na memória, submersas num infinito de sonhos e projeções, estão tão afundadas que só o que sobra, do que foi dito, é o que jamais deveria ser lembrado.
os machucados, as feridas, aquilo que doeu ao ouvir não se afogam e nem se transforam em pó...
demora a cicatrizar.
dói saber que muitas coisas estão perdidas em um vácuo, sem resposta, sem uma afirmação: tudo vai ficar bem.
dói não ouvir, e então não ter mais certeza, dói a indiferença e o silêncio.
ser um fantasma, para aqueles que não vêem fantasmas... ser algo simplesmente não existente.
e quando a existência é notada, é por algo ruim que se cometeu.
mas e se não foi tão ruim assim? e se só se sabe agir assim?
e se só se sabe amar assim?
querer assim?
falar assim?
é tão errado ser como se é?
é tão cheio de defeitos, de fraquezas, de tristezas... ser como se é?
e se parar pra pensar, não. talvez o erro não esteja no que você é... um dia ouvi dizer: "nunca cobre de uma pessoa ser mais do que ela sabe ser."
mas e se o que você sabe já não é mais suficiente, e então se busca no mais fundo interior de si mesmo algo a mais, algo que você não é, mas quer tentar ser... e se ainda assim não é suficiente?
será melhor continuar sendo o que é, errando... ou será melhor procurar ser outra coisa, tentando acertar...
e se ainda assim continuar errando?
esqueça tudo, se isole em uma gaiola como ratos, e fique ali, no seu mundo, sendo ele sujo, errado, e mal visto pelos outros... seja ignorante... veja, a ignorancia sempre trouxe a paz.
ou então, tente sempre mais, seja sempre mais, ofereça sempre mais do que você pode oferecer... mas não tenha certeza de que será o suficiente.
o respeito, o limite, a liberdade, o carinho, a consideração, a empatia... se perdem em um vão que é tão pequeno, mas ao mesmo tempo tão escuro que o faz parecer imenso, de um tamanho cujo parece ser impossível recuperá-las.
a beleza do que aconteceu há minutos atrás já não tem mais o mínimo valor, e se quer é lembrada perto de um erro, de um engano imensamente menor, do que deveria de fato ser levado em conta.
as pessoas não se comprimentam mais, não se olham mais... não se tocam mais...
são estranhos deitados na mesma cama, divindo o mesmo cobertor... deitados sob o mesmo lençol que guarda tantas histórias de amor... há beleza, no que aconteceu há minutos atrás...
beleza essa que dura menos tempo do que a vida de uma simples borboleta...
coisas belas, voam, sonham, mas só duram, e quando duram, vinte e quatro horas.
as palavras, as boas palavras... aquelas que ficam guardadas na memória, submersas num infinito de sonhos e projeções, estão tão afundadas que só o que sobra, do que foi dito, é o que jamais deveria ser lembrado.
os machucados, as feridas, aquilo que doeu ao ouvir não se afogam e nem se transforam em pó...
demora a cicatrizar.
dói saber que muitas coisas estão perdidas em um vácuo, sem resposta, sem uma afirmação: tudo vai ficar bem.
dói não ouvir, e então não ter mais certeza, dói a indiferença e o silêncio.
ser um fantasma, para aqueles que não vêem fantasmas... ser algo simplesmente não existente.
e quando a existência é notada, é por algo ruim que se cometeu.
mas e se não foi tão ruim assim? e se só se sabe agir assim?
e se só se sabe amar assim?
querer assim?
falar assim?
é tão errado ser como se é?
é tão cheio de defeitos, de fraquezas, de tristezas... ser como se é?
e se parar pra pensar, não. talvez o erro não esteja no que você é... um dia ouvi dizer: "nunca cobre de uma pessoa ser mais do que ela sabe ser."
mas e se o que você sabe já não é mais suficiente, e então se busca no mais fundo interior de si mesmo algo a mais, algo que você não é, mas quer tentar ser... e se ainda assim não é suficiente?
será melhor continuar sendo o que é, errando... ou será melhor procurar ser outra coisa, tentando acertar...
e se ainda assim continuar errando?
esqueça tudo, se isole em uma gaiola como ratos, e fique ali, no seu mundo, sendo ele sujo, errado, e mal visto pelos outros... seja ignorante... veja, a ignorancia sempre trouxe a paz.
ou então, tente sempre mais, seja sempre mais, ofereça sempre mais do que você pode oferecer... mas não tenha certeza de que será o suficiente.
sábado, 15 de novembro de 2008
você pediu, e eu já vou daqui...
ás vezes, é tão difícil compreender que as pessoas não conseguem te compreender...
os sentimentos são tão confusos, embaralhados, mas no fim se alguém tentar, vai ser fácil te entender...
ás vezes você nem precisa de alguém que te compreenda, que te aceite, por inteiro...
você só precisa de um abraço, de um beijo.
mas é tão difícil compreender que isso, as pessoas não conseguem te oferecer.
quando só se olha um lado da moeda, é muito mais fácil resolver as coisas... mas usando um pouquinho de empatia, de repente, seja possível suprir o que você precisa naquele momento...
quando tudo parece perdido, e sem sentido... quando tudo o que você faz, já não é válido
quando você chora, baixinho... e ninguém te ajuda a enxugar as suas lágrimas
não há mais saída
e você pensa: vai ser assim pra sempre... assim como quando você pensa que as coisas boas vão ser assim pra sempre
mas não. não serão pra sempre...
se você é otimista, as coisas boas superarão e serão de fato pra sempre assim...
mas quando uma coisa pode dar errado...
o mundo é um moinho
vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
vai reduzir as ilusões a pó.
os sentimentos são tão confusos, embaralhados, mas no fim se alguém tentar, vai ser fácil te entender...
ás vezes você nem precisa de alguém que te compreenda, que te aceite, por inteiro...
você só precisa de um abraço, de um beijo.
mas é tão difícil compreender que isso, as pessoas não conseguem te oferecer.
quando só se olha um lado da moeda, é muito mais fácil resolver as coisas... mas usando um pouquinho de empatia, de repente, seja possível suprir o que você precisa naquele momento...
quando tudo parece perdido, e sem sentido... quando tudo o que você faz, já não é válido
quando você chora, baixinho... e ninguém te ajuda a enxugar as suas lágrimas
não há mais saída
e você pensa: vai ser assim pra sempre... assim como quando você pensa que as coisas boas vão ser assim pra sempre
mas não. não serão pra sempre...
se você é otimista, as coisas boas superarão e serão de fato pra sempre assim...
mas quando uma coisa pode dar errado...
o mundo é um moinho
vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
vai reduzir as ilusões a pó.
sábado, 1 de novembro de 2008
Vander Lee (peguei emprestado)
SABE O QUE EU QUERIA AGORA, MEU BEM...
SAIR, CHEGAR LÁ FORA E ENCONTRAR ALGUÉM
QUE NÃO ME DISSESSE NADA
NÃO ME PERGUNTASSE NADA TAMBÉM
QUE ME OFERECESSE UM COLO, UM OMBRO
ONDE EU DESAGUASSE TODO O DESENGANO
MAS A VIDA ANDA LOUCA
AS PESSOAS ANDAM TRISTES
MEUS AMIGOS SÃO AMIGOS DE NINGUÉM
SABE O QUE EU MAIS QUERO AGORA, MEU AMOR?
MORAR NO INTERIOR DO MEU INTERIOR
PRA ENTENDER POR QUE SE AGRIDEM
SE EMPURRAM PRO ABISMO,
SE DEBATEM, SE COMBATEM SEM SABER
MEU AMOR...
DEIXA EU CHORAR ATÉ CANSAR
ME LEVE PRA QUALQUER LUGAR
AONDE DEUS POSSA ME OUVIR
MINHA DOR...
EU NÃO CONSIGO COMPREENDER
EU QUERO ALGO PRA BEBER
ME DEIXE AQUI, PODE SAIR
ADEUS
eu te amo - Chico Buarque
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás se fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
nando reis que disse...
você pediu e eu já vou daqui, nem espero pra dizer adeus
escondendo sempre os olhos meus, chorando eu vou, tentei lhe falar, você nem ligou
eu nunca consegui me explicar, por que você não quis me ouvir falar; e deixo todo meu amor aqui
jamais eu direi, que me arrependi pelo amor que eu deixar
mas da saudade eu tenho medo; você não sabe eu vou contar todo segredo: esses caminhos eu conheço, andar sozinho eu não mereço
e você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver
se você quer eu vou embora, mas também sei que não demora, você é criança e vai chorar
só então vai conpreender que muito amor eu dei. e eu quero ver, você lamentando, meu nome chamar
e quando um dia isso acontecer, de você querer voltar pra mim, o meu perdão eu vou saber lhe dar e jamais eu direi, que um dia você conseguiu me magoar
eu nunca consegui me explicar...
escondendo sempre os olhos meus, chorando eu vou, tentei lhe falar, você nem ligou
eu nunca consegui me explicar, por que você não quis me ouvir falar; e deixo todo meu amor aqui
jamais eu direi, que me arrependi pelo amor que eu deixar
mas da saudade eu tenho medo; você não sabe eu vou contar todo segredo: esses caminhos eu conheço, andar sozinho eu não mereço
e você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver
se você quer eu vou embora, mas também sei que não demora, você é criança e vai chorar
só então vai conpreender que muito amor eu dei. e eu quero ver, você lamentando, meu nome chamar
e quando um dia isso acontecer, de você querer voltar pra mim, o meu perdão eu vou saber lhe dar e jamais eu direi, que um dia você conseguiu me magoar
eu nunca consegui me explicar...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
I'll miss you
What about us?
What about ev'rything we've been through?
What about trust?
You know I never wanted to hurt you!
And what about me?
What am I supposed to do?
denovo, hoje em dia.
o que você me pede eu não posso fazer
assim você me perde, eu perco você
como um barco perde o rumo
como uma árvore no outono perde a cor
o que você não pode eu não vou te pedir
o que você não quer eu não quero insistir
diga a verdade, doa a quem doer
doe sangue e me dê seu telefone
todos os dias eu venho ao mesmo lugar
às vezes fica longe, difícil de encontrar
mas, quando o neon é bom
toda noite é noite de luar
terça-feira, 23 de setembro de 2008
precious illusions
u'll rescue me right? in the exact same way they never did...
I'll be happy right? when ur healing powers kick in
u'll complete me right? then my life can finally begin
I'll be worthy right? only when u realize the gem I am?
but this won't work now the way it once did
and I won't keep it up even though I would love to
once I know who I'm not then I'll know who I am
but I know I won't keep on playing the victim
these precious illusions in my head did not let me down when I was defenseless
and parting with them is like parting with invisible best friends
this ring will help me yet as will you knight in shining armor
this pill will help me yet as will these boys gone through like water
but this won't work as well as the way it once did
cuz I want to decide between survival and bliss
and though I know who I'm not I still don't know who I am
but I know I won't keep on playing the victim
these precious illusions in my head did not let me down when I was a kid
and parting with them is like parting with a childhood best friend
I've spent so long firmly looking outside me
I´VE SPENT SO MUCH TIME LIVING IN SURVIVEL MODE
.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
um sopro pro meu coração
mais uma madrugada varada, fumada.
só pela alegria de gastar 54 minutos no celular... e minutos nem tão alegres assim, seria melhor ao invés de falar, te ter perto de mim.
não escrevo essas linhas esperando que você leia, nem que outras, quaisquer outras pessoas possam ler.
as faço para mim, porque além de tudo, além de falar, de escrever, de abraçar e de beijar, eu preciso escrever.
preciso escrever, pra dizer que o que sinto é como um sopro, a cada batida do meu coração... algo que sopra euforia, que sopra saudade... que a cada mínimo intervalo, da minha acelerada freqüência cardíaca sopra: você.
e você, faz me lembrar que há poucas semanas atrás pensei não ter a capacidade de sentir. e que agora é só isso o que eu sei fazer.
eu só quero te sentir, por perto, cada vez mais
tanto mais que dá medo, dá medo de doer. medo, de doer de amor.
medo dessa repetitiva sensação de pensar no que vai acontecer, e me arrepia, porque afinal, eu tenho medo de sofrer.
só pela alegria de gastar 54 minutos no celular... e minutos nem tão alegres assim, seria melhor ao invés de falar, te ter perto de mim.
não escrevo essas linhas esperando que você leia, nem que outras, quaisquer outras pessoas possam ler.
as faço para mim, porque além de tudo, além de falar, de escrever, de abraçar e de beijar, eu preciso escrever.
preciso escrever, pra dizer que o que sinto é como um sopro, a cada batida do meu coração... algo que sopra euforia, que sopra saudade... que a cada mínimo intervalo, da minha acelerada freqüência cardíaca sopra: você.
e você, faz me lembrar que há poucas semanas atrás pensei não ter a capacidade de sentir. e que agora é só isso o que eu sei fazer.
eu só quero te sentir, por perto, cada vez mais
tanto mais que dá medo, dá medo de doer. medo, de doer de amor.
medo dessa repetitiva sensação de pensar no que vai acontecer, e me arrepia, porque afinal, eu tenho medo de sofrer.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
hoje em dia
é patético ver como as pessoas estão ficando cada vez mais sozinhas...
os namoros têm ficado cada vez mais á distância, casamentos á distância, família á distância.
os apartamentos estão ficando cada vez mais pequenos, como um aviso de que muitas separações estão por vir... os filhos vão morar longe, longe até na mesma cidade em que moram os pais (e eu não fujo desse desejo).
as mulheres estão desquitando e se rebelando, fazendo farra, arranjando milhares de namorados... mas na hora de deitar e dormir, estão sozinhas.
os homens, até os que não estão separados, preferem deitar ao lado de mulheres pagas para proporcionar prazeres que eles não têm em casa, e mesmo na hora de dormir ao lado de tais mulheres, estão sozinhos.
os amigos, se distanciam... aqueles amigos de infância. um vai cursar a faculdade na capital, outro fica no interior... e outros, vão para países looonge, achando que vão descobrir uma certa liberdade, mas não entendem que se libertar não é fugir das regras e limites. todo lugar tem regra, todo lugar tem limites.
as pessoas têm medo de dividir suas vidas com outras, evitam compartilhar seus anseios, suas alegrias e suas conquistas. as pessoas têm medo, pois hoje tudo se resume a uma palavra: competição.
a competitividade sai dos ambientes de trabalho e chega dentro das casas... os filhos competem autoridade com os pais, a mulher compete o salário com o marido, os irmãos competem a atenção dos pais.
é patético, e ao mesmo tempo parece tão normal.
quem sabe se as pessoas descobrissem o verdadeiro significado da palavra "respeito", cada um do seu jeito, nos seus momentos de solidão e nos seus momentos de carência (pois todos temos esses momentos), se as pessoas se respeitassem, toda essa competição, todo esse desespero por um pouco de atenção, quem sabe, desapareceria.
acho que as pessoas têm se apegado cada vez mais á solidão e á saudade... com isso, cada vez mais frias, e carentes. mais distantes de si mesmas, desconhecendo seus próprios sentimentos, cada vez mais assistindo "tele jornais", e se comovendo com os monte de mortes que ali anunciam... deprimindo as pessoas com uma notícia, e não com uma história.
como se estivessem caminhando sob a grama e vendo apenas uma árvore, e não a floresta inteira...
os namoros têm ficado cada vez mais á distância, casamentos á distância, família á distância.
os apartamentos estão ficando cada vez mais pequenos, como um aviso de que muitas separações estão por vir... os filhos vão morar longe, longe até na mesma cidade em que moram os pais (e eu não fujo desse desejo).
as mulheres estão desquitando e se rebelando, fazendo farra, arranjando milhares de namorados... mas na hora de deitar e dormir, estão sozinhas.
os homens, até os que não estão separados, preferem deitar ao lado de mulheres pagas para proporcionar prazeres que eles não têm em casa, e mesmo na hora de dormir ao lado de tais mulheres, estão sozinhos.
os amigos, se distanciam... aqueles amigos de infância. um vai cursar a faculdade na capital, outro fica no interior... e outros, vão para países looonge, achando que vão descobrir uma certa liberdade, mas não entendem que se libertar não é fugir das regras e limites. todo lugar tem regra, todo lugar tem limites.
as pessoas têm medo de dividir suas vidas com outras, evitam compartilhar seus anseios, suas alegrias e suas conquistas. as pessoas têm medo, pois hoje tudo se resume a uma palavra: competição.
a competitividade sai dos ambientes de trabalho e chega dentro das casas... os filhos competem autoridade com os pais, a mulher compete o salário com o marido, os irmãos competem a atenção dos pais.
é patético, e ao mesmo tempo parece tão normal.
quem sabe se as pessoas descobrissem o verdadeiro significado da palavra "respeito", cada um do seu jeito, nos seus momentos de solidão e nos seus momentos de carência (pois todos temos esses momentos), se as pessoas se respeitassem, toda essa competição, todo esse desespero por um pouco de atenção, quem sabe, desapareceria.
acho que as pessoas têm se apegado cada vez mais á solidão e á saudade... com isso, cada vez mais frias, e carentes. mais distantes de si mesmas, desconhecendo seus próprios sentimentos, cada vez mais assistindo "tele jornais", e se comovendo com os monte de mortes que ali anunciam... deprimindo as pessoas com uma notícia, e não com uma história.
como se estivessem caminhando sob a grama e vendo apenas uma árvore, e não a floresta inteira...
sábado, 19 de julho de 2008
!
vamos parar com essa besteira de falar sobre exibicionismo. tudo aqui é exibicionismo... exibimos nossas vidas, nossos amores, nossas rotinas.
reclamam, e ainda assim, exibem.
então vamos exibir! vamos mostrar nossos dentes, vamos tirar fotos sorrindo.
e se dependendo da ocasião, tirarmos fotos chorando, vamos exibí-las também.
o maior prazer humano é perceber que sua exibição é bem aceita.
reclamam, e ainda assim, exibem.
então vamos exibir! vamos mostrar nossos dentes, vamos tirar fotos sorrindo.
e se dependendo da ocasião, tirarmos fotos chorando, vamos exibí-las também.
o maior prazer humano é perceber que sua exibição é bem aceita.
tempo, desapareça
essa noite eu passei mal e acordei com medo, olhei em volta e não havia ninguém deitado ao meu lado... com o meu grito por socorro minha mãe levantou e veio em direção ao meu quarto, tão natural, tão irracional. eu pedi para que ela nunca me abandonasse e sua resposta foi absoluta em um abraço: "nunca vou te abandonar". a tranquilidade veio sem avisar e ainda assim me fez notar que eu sinto dores e preciso de remédios para dormir a noite... mas eu não durmo.
as coisas nunca estiveram fáceis por aqui, por lugar nenhum. eu só tenho precisado do mínimo de paz... de um canto pra pensar.
eu não passei no vestibular pra medicina, e agora vou começar nutrição... não era esse o esperado, mas é isso o que me serve no momento. minha cabeça vai estar muito ocupada, e quem sabe assim, as angústias desapareçam por um tempo. eu sei que elas voltarão, elas sempre voltam...
mas por um tempo, nem que seja por pouco tempo, eu espero poder deitar e descansar, porque eu espero estar cansada todos os dias, o suficiente pra não ter tempo de olhar para o teto e deixar minha mente me levar á lugares e pensamentos tão indesejados...
as certezas de que preciso no momento, são tão óbvias, e no entanto, tão difíceis de serem demonstradas. as pessoas dizem:" deixe as coisas acontecerem com o tempo." mas o tempo nem sempre é aliado, o tempo quase nunca é meu aliado.
eu tive que aprender a lidar com um tempo que não está externo, que não é de todos nós... eu vivo com um tempo que é corrido, um tempo que me faz parar para que o próprio corra e me faça acordar um dia. um dia que é sempre tarde demais para voltar atrás.
um relógio que gira veloz.
eu quero, eu realmente quero um dia de cada vez. quero um minuto de cada vez. não quero uma vida plena, eu só quero uma vida que valha a pena.
"um dia encontrei um alienígena que me disse que viver é melhor que existir, e que fazer valer a pena só depende de nós."
as coisas nunca estiveram fáceis por aqui, por lugar nenhum. eu só tenho precisado do mínimo de paz... de um canto pra pensar.
eu não passei no vestibular pra medicina, e agora vou começar nutrição... não era esse o esperado, mas é isso o que me serve no momento. minha cabeça vai estar muito ocupada, e quem sabe assim, as angústias desapareçam por um tempo. eu sei que elas voltarão, elas sempre voltam...
mas por um tempo, nem que seja por pouco tempo, eu espero poder deitar e descansar, porque eu espero estar cansada todos os dias, o suficiente pra não ter tempo de olhar para o teto e deixar minha mente me levar á lugares e pensamentos tão indesejados...
as certezas de que preciso no momento, são tão óbvias, e no entanto, tão difíceis de serem demonstradas. as pessoas dizem:" deixe as coisas acontecerem com o tempo." mas o tempo nem sempre é aliado, o tempo quase nunca é meu aliado.
eu tive que aprender a lidar com um tempo que não está externo, que não é de todos nós... eu vivo com um tempo que é corrido, um tempo que me faz parar para que o próprio corra e me faça acordar um dia. um dia que é sempre tarde demais para voltar atrás.
um relógio que gira veloz.
eu quero, eu realmente quero um dia de cada vez. quero um minuto de cada vez. não quero uma vida plena, eu só quero uma vida que valha a pena.
"um dia encontrei um alienígena que me disse que viver é melhor que existir, e que fazer valer a pena só depende de nós."
terça-feira, 24 de junho de 2008
nostalgia
hoje me bateu uma saudade tão grande... das mais diversas coisas que eu vivi.
e em especial, me deu saudade da rotina. de acordar todos os dias de manhã, tomar café com o meu pai...
me deu saudade de fases tão incrivelmente marcantes, ao mesmo tempo que haviam há muito tempo sido esquecidas por mim.
me deu saudade dos lugares que passei, dos amigos, que são eternos. apesar da distância e da falta de notícias...
me deu uma saudade enorme dos almoços de família de domingo em curitiba, na casa da minha avó... em que tudo parecia tão simples. sentávamos ao redor de um empadão de frango, comíamos e dávamos risada de qualquer assunto... e das piadas de sempre do tio Miguel.
uma saudade dos finais do ano, arrumando malas e mudança, partindo para uma cidade desconhecida, sem fazer idéia do que nos esperava lá. mas a saudade maior é da certeza que eu tinha, que tudo ia ficar bem, mesmo sabendo que eu poderia não me adaptar ao novo... de saber que com o meu pai ao meu lado, tudo sempre ia acabar bem. e assim partíamos juntos, para uma nova viagem. companheiros.
saudade de quando tudo deu errado, e eu "chutei o balde". abandonei os compromissos e parti para o mais inesperado desafio: morar com a minha mãe.
saudade do começo de readaptação, de aprender a conviver ao lado de uma pessoa que pra mim, não era assim tão íntima. e aprendi. aprendi como é inigualável a cumplicidade de mãe e filha...
e saudade das reuniões de família, da família que eu nunca tive. daquelas reuniões que você sonha a vida inteira. estava voltando á minha casa, daquela vez era pra ficar.
irmão, irmã, cunhada, cunhado, minha mãe, e eu. não precisava de mais ninguém. não naquele momento.
saudade das descobertas, da pré adolescência. saudade de um trio que era inseparável. saudade das confissões, dos medos, das angústias, das risadas, das manhãs, das tardes, das noites.
saudade dos sotaques novos, de dividir experiências, e de aprender coisas com gente que também aprendia comigo.
sobretudo, a saudade de coisas que eu não vi, de sentimentos que não senti, de palavras que não ouvi... e essa, é a saudade que mais dói
e em especial, me deu saudade da rotina. de acordar todos os dias de manhã, tomar café com o meu pai...
me deu saudade de fases tão incrivelmente marcantes, ao mesmo tempo que haviam há muito tempo sido esquecidas por mim.
me deu saudade dos lugares que passei, dos amigos, que são eternos. apesar da distância e da falta de notícias...
me deu uma saudade enorme dos almoços de família de domingo em curitiba, na casa da minha avó... em que tudo parecia tão simples. sentávamos ao redor de um empadão de frango, comíamos e dávamos risada de qualquer assunto... e das piadas de sempre do tio Miguel.
uma saudade dos finais do ano, arrumando malas e mudança, partindo para uma cidade desconhecida, sem fazer idéia do que nos esperava lá. mas a saudade maior é da certeza que eu tinha, que tudo ia ficar bem, mesmo sabendo que eu poderia não me adaptar ao novo... de saber que com o meu pai ao meu lado, tudo sempre ia acabar bem. e assim partíamos juntos, para uma nova viagem. companheiros.
saudade de quando tudo deu errado, e eu "chutei o balde". abandonei os compromissos e parti para o mais inesperado desafio: morar com a minha mãe.
saudade do começo de readaptação, de aprender a conviver ao lado de uma pessoa que pra mim, não era assim tão íntima. e aprendi. aprendi como é inigualável a cumplicidade de mãe e filha...
e saudade das reuniões de família, da família que eu nunca tive. daquelas reuniões que você sonha a vida inteira. estava voltando á minha casa, daquela vez era pra ficar.
irmão, irmã, cunhada, cunhado, minha mãe, e eu. não precisava de mais ninguém. não naquele momento.
saudade das descobertas, da pré adolescência. saudade de um trio que era inseparável. saudade das confissões, dos medos, das angústias, das risadas, das manhãs, das tardes, das noites.
saudade dos sotaques novos, de dividir experiências, e de aprender coisas com gente que também aprendia comigo.
sobretudo, a saudade de coisas que eu não vi, de sentimentos que não senti, de palavras que não ouvi... e essa, é a saudade que mais dói
Ocupada
é, to estudando bastante.
e é durante a madrugada que eu tenho tempo pra conversas aleatórias e postagens no blog
isso quando eu aguento madrugar
de manhã, de tarde.. e início de noite: cara enfiada nos livros...
e o cúmulo, estou lendo "como passar no vestibular- use a cabeça & vença o desafio"
isso se chama desespero... hahahaha
mas ah, depois de domingo começa meu roteiro de viagens
as possíveis datas e tempo de estadia em cada lugar estão no meu perfil do orkut, então quem estiver na cidade que eu vou passar, dá uma olhada lá e arranja um tempinho pra gente fazer algo ok?
to morrendo de saudade de muita gente, e quero aproveitar o tempo de cada viagem com um monte de gente.
olhem lá, e vamos combinar, por favor! (:
e me desejem boa sorte no vestibular que vai ser dia 29 (domingo)
vou estar fazendo a prova das 13 as 18 horas...
quem quiser acender uma vela, pedir pro santo, ou mandar rezar uma missa pra eu assinalar as respostas certas e finalmente passar pra medicina, eu agradeceria muito!
hahahaha
então é isso...
bom resto de madrugada pra nós, e com licença, agora vou ver o que o Dr. Lair Ribeiro tem a me dizer sobre "Como Passar no Vestibular".
brejos *:
e é durante a madrugada que eu tenho tempo pra conversas aleatórias e postagens no blog
isso quando eu aguento madrugar
de manhã, de tarde.. e início de noite: cara enfiada nos livros...
e o cúmulo, estou lendo "como passar no vestibular- use a cabeça & vença o desafio"
isso se chama desespero... hahahaha
mas ah, depois de domingo começa meu roteiro de viagens
as possíveis datas e tempo de estadia em cada lugar estão no meu perfil do orkut, então quem estiver na cidade que eu vou passar, dá uma olhada lá e arranja um tempinho pra gente fazer algo ok?
to morrendo de saudade de muita gente, e quero aproveitar o tempo de cada viagem com um monte de gente.
olhem lá, e vamos combinar, por favor! (:
e me desejem boa sorte no vestibular que vai ser dia 29 (domingo)
vou estar fazendo a prova das 13 as 18 horas...
quem quiser acender uma vela, pedir pro santo, ou mandar rezar uma missa pra eu assinalar as respostas certas e finalmente passar pra medicina, eu agradeceria muito!
hahahaha
então é isso...
bom resto de madrugada pra nós, e com licença, agora vou ver o que o Dr. Lair Ribeiro tem a me dizer sobre "Como Passar no Vestibular".
brejos *:
e repito
O Amor é o ridículo da vida. A gente procura mesmo uma pureza impossível. Uma pureza que esta sempre se pondo. Indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue. Bonito e breve. Como borboletas que só vivem vinte e quatro horas. Morrer não dói.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
blé
que preguiça das pessoas :\
de repente tudo se torna babaquisse... gente careta, cabeça fraca, falta de assunto... e o diálogo se resume a: nada.
não existe diálogo.
bom, eu to aproveitando bastante a minha irmã, estudando um bocado...
e tentando deixar de ser chata. hahahah
sábado eu me vestirei de Axl Rose e vou numa festinha no iate casablanca, acho que vai ser legal. e eu não terei preguiça das pessoas, nem vou ser chata. as pessoas vão ser legais e todo mundo vai tá vestido de cantor (a), e eu, vou ser o Axl Rose.
beijos babacas (L)
de repente tudo se torna babaquisse... gente careta, cabeça fraca, falta de assunto... e o diálogo se resume a: nada.
não existe diálogo.
bom, eu to aproveitando bastante a minha irmã, estudando um bocado...
e tentando deixar de ser chata. hahahah
sábado eu me vestirei de Axl Rose e vou numa festinha no iate casablanca, acho que vai ser legal. e eu não terei preguiça das pessoas, nem vou ser chata. as pessoas vão ser legais e todo mundo vai tá vestido de cantor (a), e eu, vou ser o Axl Rose.
beijos babacas (L)
terça-feira, 17 de junho de 2008
gente, to indo pra floripa daqui a pouco. GRAÇASADEUS...
tá tudo muito confuso aqui, confusão em casa, sentimentos confusos, enfim... to indo pegar um ar litorâneo e não volto até o vestibular (29/06)
taaalvez eu dê uma passada em curitiba, ainda não sei. então, se eu ficar um tempo sem entrar na net, aí está o motivo
to indo
ATÉ QUE ENFIM.
paz!
beijos
tá tudo muito confuso aqui, confusão em casa, sentimentos confusos, enfim... to indo pegar um ar litorâneo e não volto até o vestibular (29/06)
taaalvez eu dê uma passada em curitiba, ainda não sei. então, se eu ficar um tempo sem entrar na net, aí está o motivo
to indo
ATÉ QUE ENFIM.
paz!
beijos
domingo, 15 de junho de 2008
do que eu já disse, e vou dizer...
eu quis o perigo e até sangrei sozinho
entenda, assim pude trazer você de volta pra mim
e quando eu descobri
que é sempre só você que me entende do início ao fim
e é só você que tem a cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto
de tudo o que eu ainda
não vi.
entenda, assim pude trazer você de volta pra mim
e quando eu descobri
que é sempre só você que me entende do início ao fim
e é só você que tem a cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto
de tudo o que eu ainda
não vi.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
com o Sol no bolso.
olá, sexta feira 13.
engraçado, acordei com uns pensamentos peculiares, e pouco frequentes. é, hoje, justamente hoje, 13/06/2008, sexta feira, eu acordei com pensamentos confusos.
tá, quem nunca questionou a si mesmo o motivo da sua existência... ou quem nunca se viu pensando e se perguntando, o que está fazendo nesse mundo? como se nada fizesse sentido real ou relevante na sua vida, e a sua existência, é algo simplesmente incompreensível.
e a agoniante falta de respostas para as suas perguntas, torna ainda mais irredutível a curiosidade a respeito de: nós.
no meu caso, a respeito de mim, em particular... e ao mesmo tempo a respeito do meu pai, da minha mãe. minhas origens.
e ai você pára, e se pergunta: o que eu fiz hoje? qual o sentido de eu existir, para apenas dormir, consumir, e ás vezes até destruir?
e você se pergunta se você já existia antes, e até surgem questões bizarras como: eu posso já estar morta agora. engraçado né. mas segundo as crenças da reencarnação, se eu sou a reencarnação de alguém, logo, eu estou morta.
loucura.
eu não sei qual o motivo desses pensamentos. mas podem dizer que eu sou uma "adolescente" com crise de identidade, ou até crises existenciais. mas hoje, sem querer, fiz a mim mesma, perguntas que talvez ninguém possa imaginar, e não é que tenha mudado alguma coisa na minha maneira de pensar, ou de agir... e não que tenha me feito querer mudar a minha vida, ou dar algum sentido de óbvia importância. vai continuar tudo como sempre foi, a única diferença é que agora eu sei, que ninguém tem respostas para perguntas que nem você mesmo pode responder.
beijos *:
engraçado, acordei com uns pensamentos peculiares, e pouco frequentes. é, hoje, justamente hoje, 13/06/2008, sexta feira, eu acordei com pensamentos confusos.
tá, quem nunca questionou a si mesmo o motivo da sua existência... ou quem nunca se viu pensando e se perguntando, o que está fazendo nesse mundo? como se nada fizesse sentido real ou relevante na sua vida, e a sua existência, é algo simplesmente incompreensível.
e a agoniante falta de respostas para as suas perguntas, torna ainda mais irredutível a curiosidade a respeito de: nós.
no meu caso, a respeito de mim, em particular... e ao mesmo tempo a respeito do meu pai, da minha mãe. minhas origens.
e ai você pára, e se pergunta: o que eu fiz hoje? qual o sentido de eu existir, para apenas dormir, consumir, e ás vezes até destruir?
e você se pergunta se você já existia antes, e até surgem questões bizarras como: eu posso já estar morta agora. engraçado né. mas segundo as crenças da reencarnação, se eu sou a reencarnação de alguém, logo, eu estou morta.
loucura.
eu não sei qual o motivo desses pensamentos. mas podem dizer que eu sou uma "adolescente" com crise de identidade, ou até crises existenciais. mas hoje, sem querer, fiz a mim mesma, perguntas que talvez ninguém possa imaginar, e não é que tenha mudado alguma coisa na minha maneira de pensar, ou de agir... e não que tenha me feito querer mudar a minha vida, ou dar algum sentido de óbvia importância. vai continuar tudo como sempre foi, a única diferença é que agora eu sei, que ninguém tem respostas para perguntas que nem você mesmo pode responder.
beijos *:
terça-feira, 10 de junho de 2008
o legal é ter o sonho, e não ter pressa de realizá-lo. o legal é ficar deitada antes de dormir, sonhando acordada, até os olhos se fecharem e você deixar o subconsciente tomar conta dos sonhos aleatórios.
o legal é não ter pressa pra realizar um sonho, com pressa, vc não vive o que a vida te dá, sem você nunca ter sonhado em vivenciar.
o legal é viver com calma, respirar fundo... e não parar pra pensar muito no que pode acontecer, o legal é apenas viver.
o legal é não ter pressa pra realizar um sonho, com pressa, vc não vive o que a vida te dá, sem você nunca ter sonhado em vivenciar.
o legal é viver com calma, respirar fundo... e não parar pra pensar muito no que pode acontecer, o legal é apenas viver.
domingo, 8 de junho de 2008
aaah, tá tudo bem legal.
boas companhias, bons momentos, boas risadas...
a cada dia descobrindo pequenos novos motivos pra sorrir, e isso é, realmente muito bom.
apesar da saudade, e tudo mais eu to aprendendo a conviver aqui, e não pensar tanto no passado, nas pessoas que estão longe e etc...
mas tenho que confessar, em certos momentos a nostalgia é GRANDE!
e pior, saudade de quem eu nem convivi, saudade de coisas que eu não vi.
loucura.
enfim, espero que isso passe, e que eu não pareça tão idiota, vivendo coisas ótimas e com saudade do que eu não vivi.
boa noite
beijos.
boas companhias, bons momentos, boas risadas...
a cada dia descobrindo pequenos novos motivos pra sorrir, e isso é, realmente muito bom.
apesar da saudade, e tudo mais eu to aprendendo a conviver aqui, e não pensar tanto no passado, nas pessoas que estão longe e etc...
mas tenho que confessar, em certos momentos a nostalgia é GRANDE!
e pior, saudade de quem eu nem convivi, saudade de coisas que eu não vi.
loucura.
enfim, espero que isso passe, e que eu não pareça tão idiota, vivendo coisas ótimas e com saudade do que eu não vivi.
boa noite
beijos.
nada respira como antes só o medo
- ninguém é alto o suficiente
que não possa rastejar.
o dia corre assim veloz
o dia corre além de nós
sexta-feira, 6 de junho de 2008
.
cada fração da dor, agora é chuva, cai em mim... céu azul e os dois pés na água, aonde o mar acaba, o frio, a tarde, a solidão. duas mãos vão rasgando as cartas, lavando as mágoas, assim é o amor em vão
cada canção de amor abre a ferida... não vê fim, cada fração da dor, agora é chuva, cai em mim... mas tudo vai passar, como tudo passará.
cada canção de amor abre a ferida... não vê fim, cada fração da dor, agora é chuva, cai em mim... mas tudo vai passar, como tudo passará.
verde... quente... erva... ventre... dentro... entranhas
mate amargo noite adentro estrada estranha.
o melhor esconderijo, a maior escuridão já não servem de abrigo, já não dão proteção. holofotes iluminam a libido e o vírus, o poder, o pudor, os lábios e o batom.
que a chuva caia
como uma luva
um dilúvio
um delírio
que a chuva traga
alívio imediato.
o melhor esconderijo, a maior escuridão já não servem de abrigo, já não dão proteção. holofotes iluminam a libido e o vírus, o poder, o pudor, os lábios e o batom.
que a chuva caia
como uma luva
um dilúvio
um delírio
que a chuva traga
alívio imediato.
meu texto, anos atrás
meus dias, talvez já não estejam mais contados.
minha vida, talvez não seja somente lágrimas.
talvez eu não tenha pedido perdão á quem devia*
talvez não tenham me perdoado quando o fiz.
talvez nunca tenham pensado em me pedir desculpas...
talvez o ego e o orgulho estejam demais alimentados.
mas talvez estes, não consigam descansar suas cabeça sob seus travesseiros.
talvez quando dizem que ódio e rancor não dão em nada... sejam mais rancorosos e sintam mais ódio de quem magoaram um dia.
talvez não esteja aqui para falar tristezas... 'talvez pedras em meu caminho, construirão meu castelo'...
talvez eu precise de calma.
talvez eu precise de quem eu amo... talvez quem me ama precisa de mim, e eu não estou ali.
talvez eu não saiba o que é tristeza... talvez eu saiba o que é ter tudo para ser feliz... e ainda assim não ser...
talvez eu não esteja viva, amanhã ou depois...
mas neste momento... hoje, agora.. enquanto há vida, vou viver.
minha vida, talvez não seja somente lágrimas.
talvez eu não tenha pedido perdão á quem devia*
talvez não tenham me perdoado quando o fiz.
talvez nunca tenham pensado em me pedir desculpas...
talvez o ego e o orgulho estejam demais alimentados.
mas talvez estes, não consigam descansar suas cabeça sob seus travesseiros.
talvez quando dizem que ódio e rancor não dão em nada... sejam mais rancorosos e sintam mais ódio de quem magoaram um dia.
talvez não esteja aqui para falar tristezas... 'talvez pedras em meu caminho, construirão meu castelo'...
talvez eu precise de calma.
talvez eu precise de quem eu amo... talvez quem me ama precisa de mim, e eu não estou ali.
talvez eu não saiba o que é tristeza... talvez eu saiba o que é ter tudo para ser feliz... e ainda assim não ser...
talvez eu não esteja viva, amanhã ou depois...
mas neste momento... hoje, agora.. enquanto há vida, vou viver.
"deve ser amor"
sim, sinceramente, amor
eu não sei o que se passa em mim
é assim como uma dor
mas que dói sem ser ruim
sim, é ter no coração
sempre uma canção
é tão embriagador
deve ser, sim
deve ser amor
samba, samba diferente
isto é estar contente
gosto de chorar, de chorar, de chorar
samba, ritmo envolvente
como o amor da gente
samba em chá-chá-chá
chá-chá-chá
chá-chá-chá
bem cansada
quinta-feira, 5 de junho de 2008
primeira foto
"making off"
holywood que me aguarde!
por um acaso do destino, acabo de chegar das gravações de um filme americano que está sendo rodado aqui em criciúma.
Heartbreaker terá como figurante de algumas cenas, e em especial de uma das cenas finais, que se passa no show de Marina Elali (sim, eu contracenei com ela), ninguém menos do que eu.
por acaso fui parar nas gravações, sendo convidada junto a duas amigas para fazer figuração... sem tempo pra maquiagem, ou troca de figurino (espero que tenham gostado do jeito que nos apresentamos).
agradecimentos a Roberto Carminatti e toda a equipe que nos trataram com muito carinho durante as horas da gravação...
em breve postarei as fotos
e não deixem de assistir Heartbreaker, que deve ser lançado em menos de um ano!
beijos *:
Heartbreaker terá como figurante de algumas cenas, e em especial de uma das cenas finais, que se passa no show de Marina Elali (sim, eu contracenei com ela), ninguém menos do que eu.
por acaso fui parar nas gravações, sendo convidada junto a duas amigas para fazer figuração... sem tempo pra maquiagem, ou troca de figurino (espero que tenham gostado do jeito que nos apresentamos).
agradecimentos a Roberto Carminatti e toda a equipe que nos trataram com muito carinho durante as horas da gravação...
em breve postarei as fotos
e não deixem de assistir Heartbreaker, que deve ser lançado em menos de um ano!
beijos *:
quarta-feira, 4 de junho de 2008
I never thought that could be so strong... and u even know me
a noite acabou, talvez tenhamos que fugir sem você... mas não, não vá agora, quero honras e promessas, lembranças e histórias.
always find my place among the ashes.

come to bed, don't make me sleep alone, couldn't hide the emptiness you let it show... never wanted it to be so cold, just didn't drink enough to say you love me. i can't hold on to me... wonder what's wrong with me.
lithium, don't want to lock me up inside, don't want to forget how it feels without, i want to stay in love with my sorrow. don't want to let it lay me down this time, drown my will to fly... here in the darkness i know myself... can't break free until i let it go. let me go!
darling, i forgive u after all, anything is better than to be alone... and in the end i guess i had to fall...
always find my place among the ashes.
terça-feira, 3 de junho de 2008
many fears born of fatigue and loneliness
"o amor é o ridículo da vida"
e é a mais pura verdade... não há amor que resista a eternidade.
você espera, você treme, passa mal. sente falta, enjoa...
e o que é mais ridiculamente incrível: amar alguém pela distância em que ela se encontra de você. não to falando só de distância em quilômetros, porque você nunca sabe se a pessoa que está deitada ao seu lado na cama, realmente está ali.
mas vou exemplificar a distância quilométrica, afinal, me considero uma especialista no assunto.
ontem me perguntaram: é melhor amar alguém pela pessoa que ela é, ou pela saudade que você sente dela?
e realmente, isso me fez pensar nos meus conceitos (quase ninguém consegue me tirar a razão, agradecimentos ao chato que me proporcionou isso)... por um certo tempo, em que estive longe de uma pessoa, pensei que estava tendo a melhor sensação do mundo: não sentir-me presa apenas a tristeza e a saudade. me senti segura, alegre, por alguns momentos cheguei a esquecer a distância...
porém: "não há amor que resista a eternidade", nesse caso não resistiu a alguns meses...
a beleza desse amor estava na distância, nos sonhos de reencontrar, nas horas em que fiquei pensando em qual seriam as minhas primeiras palavras do reencontro.
quando percebi, estava frente a frente a pessoa... e todos os sonhos haviam sido esquecidos pela decepção, pela traição e pelo estado ridículo de arrependimento em que a pessoa se encontrava.
mas não vou dizer que é tudo ruim, nem tudo é amargo.
agradeço, a essa pessoa por não ter me feito reencontrá-la, e sim, reencontrar-me.
em certos momentos de choro, de discussão, senti como se duas mãos segurassem firme meus ombros e me chacoalhassem, dizendo: acorda!
e quando acordei, eu estava ali, decepcionada, destruída... porém acordada. e ridículamente mal amada.
eu amei pela saudade, eu amei, pela ilusão de amor. o amor é, o ridículo da vida
e é a mais pura verdade... não há amor que resista a eternidade.
você espera, você treme, passa mal. sente falta, enjoa...
e o que é mais ridiculamente incrível: amar alguém pela distância em que ela se encontra de você. não to falando só de distância em quilômetros, porque você nunca sabe se a pessoa que está deitada ao seu lado na cama, realmente está ali.
mas vou exemplificar a distância quilométrica, afinal, me considero uma especialista no assunto.
ontem me perguntaram: é melhor amar alguém pela pessoa que ela é, ou pela saudade que você sente dela?
e realmente, isso me fez pensar nos meus conceitos (quase ninguém consegue me tirar a razão, agradecimentos ao chato que me proporcionou isso)... por um certo tempo, em que estive longe de uma pessoa, pensei que estava tendo a melhor sensação do mundo: não sentir-me presa apenas a tristeza e a saudade. me senti segura, alegre, por alguns momentos cheguei a esquecer a distância...
porém: "não há amor que resista a eternidade", nesse caso não resistiu a alguns meses...
a beleza desse amor estava na distância, nos sonhos de reencontrar, nas horas em que fiquei pensando em qual seriam as minhas primeiras palavras do reencontro.
quando percebi, estava frente a frente a pessoa... e todos os sonhos haviam sido esquecidos pela decepção, pela traição e pelo estado ridículo de arrependimento em que a pessoa se encontrava.
mas não vou dizer que é tudo ruim, nem tudo é amargo.
agradeço, a essa pessoa por não ter me feito reencontrá-la, e sim, reencontrar-me.
em certos momentos de choro, de discussão, senti como se duas mãos segurassem firme meus ombros e me chacoalhassem, dizendo: acorda!
e quando acordei, eu estava ali, decepcionada, destruída... porém acordada. e ridículamente mal amada.
eu amei pela saudade, eu amei, pela ilusão de amor. o amor é, o ridículo da vida
começando
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