mate amargo noite adentro estrada estranha.
o melhor esconderijo, a maior escuridão já não servem de abrigo, já não dão proteção. holofotes iluminam a libido e o vírus, o poder, o pudor, os lábios e o batom.
que a chuva caia
como uma luva
um dilúvio
um delírio
que a chuva traga
alívio imediato.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
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