quarta-feira, 3 de junho de 2009

"quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. e então, pude relaxar. hoje sei que isso se chama Auto Estima.
quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passam de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. hoje sei que isso é Autenticidade.
quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que aconteceu contrubuiu para o meu crescimento. hoje chamo isso de Amadurecimento.
quando me amei de verdade comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento, ou que a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma. hoje sei que o nome disso é Respeito.
quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável. pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse pra baixo. de início minha razão chamou isso de egoísmo. hoje sei que se chama Amor Próprio.
quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. hoje sei que isso é Simplicidade.
quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e com isso errei menos.
hoje descobri a Humildade.
quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro, agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. hoje vivo um dia de cada vez. isso é Plenitude.
quando me amei de verdade, -percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. o nome de tudo isso é
Saber Viver"

C.C.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

"Quando estou centrada, vejo a perfeição no mundo, em mim mesmo e nos outros. Quando acho o mundo imperfeito, vou aceitar a responsabilidade por pintá-lo daquela forma. Olharei o coração de uma rosa, ou os olhos de um bebê recém-nascido e conhecerei novamente a perfeição. Aceitarei a responsabilidade de criar a história da minha própria vida e de fazer as escolhas que tenho feito. Culpar os outros é desistir de meu poder pessoal. A quem darei o direito de escrever o próximo capítulo da minha vida? Farei diferença neste planeta pelo trabalho que faço. Quando eu partir, terei feito a minha parte. Hei de viver, amar, rir e aprender na minha jornada. As pessoas esquerecerão o que você disse, As pessaos esquecerão o que você fez, Mas as pessoas nunca esquecerão como você fez com que elas se sentissem."

não sei de quem é, mas achei lindo.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

morrer não dói

angustia
tristeza
solidão
ansiedade
pânico.
insônia
choro
raiva
impaciência
impotência
inconsequência
ódio
mal humor
ironia
sarcasmo
arrependimento
vontade
delírio
ilusão.
desespero
soluços
medo
negativismo
luta
tentativas
crença
projeção
proteção
decepção
cansaço
desistência.


morrer é viver em paz.
adiós

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

adeus ano velho

as coisas parecem tão confusas e sem sentido.
um ano inteiro e você olha para trás se perguntando: o que foi que eu fiz?
as coisas parecem não ter tido a mínima utilidade, e não ter feito a menor diferença... como se você estivesse estática por um longo período de tempo apenas olhando tudo acontecer ao seu redor, e o que você fez acontecer?
e talvez até tenha feito, mas o que isso fez mudar em sua vida?
fogos de artíficio, uma taça na mão, e muitos sorrisos... desejos de que os próximos 365 dias sejam completamente diferentes dos mesmos 365 passados.
desejando que algo te ilumine a fazer coisas melhores, receber coisas melhores, ser tratado melhor.
mas se vc desejou isso embaixo dos mesmos fogos de artifício da outra vez, porque não foi diferente? pq não mudou.
a pergunta é: o que você fez para que isso mudasse?

domingo, 16 de novembro de 2008

i've got u with nothing to win... and nothing else to lose

espaço

é incrível ver que com o passar do tempo as coisas das quais mais nos orgulhamos em obter já não são mais conservadas...
o respeito, o limite, a liberdade, o carinho, a consideração, a empatia... se perdem em um vão que é tão pequeno, mas ao mesmo tempo tão escuro que o faz parecer imenso, de um tamanho cujo parece ser impossível recuperá-las.
a beleza do que aconteceu há minutos atrás já não tem mais o mínimo valor, e se quer é lembrada perto de um erro, de um engano imensamente menor, do que deveria de fato ser levado em conta.
as pessoas não se comprimentam mais, não se olham mais... não se tocam mais...
são estranhos deitados na mesma cama, divindo o mesmo cobertor... deitados sob o mesmo lençol que guarda tantas histórias de amor... há beleza, no que aconteceu há minutos atrás...
beleza essa que dura menos tempo do que a vida de uma simples borboleta...
coisas belas, voam, sonham, mas só duram, e quando duram, vinte e quatro horas.
as palavras, as boas palavras... aquelas que ficam guardadas na memória, submersas num infinito de sonhos e projeções, estão tão afundadas que só o que sobra, do que foi dito, é o que jamais deveria ser lembrado.
os machucados, as feridas, aquilo que doeu ao ouvir não se afogam e nem se transforam em pó...
demora a cicatrizar.
dói saber que muitas coisas estão perdidas em um vácuo, sem resposta, sem uma afirmação: tudo vai ficar bem.
dói não ouvir, e então não ter mais certeza, dói a indiferença e o silêncio.
ser um fantasma, para aqueles que não vêem fantasmas... ser algo simplesmente não existente.
e quando a existência é notada, é por algo ruim que se cometeu.
mas e se não foi tão ruim assim? e se só se sabe agir assim?
e se só se sabe amar assim?
querer assim?
falar assim?
é tão errado ser como se é?
é tão cheio de defeitos, de fraquezas, de tristezas... ser como se é?
e se parar pra pensar, não. talvez o erro não esteja no que você é... um dia ouvi dizer: "nunca cobre de uma pessoa ser mais do que ela sabe ser."
mas e se o que você sabe já não é mais suficiente, e então se busca no mais fundo interior de si mesmo algo a mais, algo que você não é, mas quer tentar ser... e se ainda assim não é suficiente?
será melhor continuar sendo o que é, errando... ou será melhor procurar ser outra coisa, tentando acertar...
e se ainda assim continuar errando?

esqueça tudo, se isole em uma gaiola como ratos, e fique ali, no seu mundo, sendo ele sujo, errado, e mal visto pelos outros... seja ignorante... veja, a ignorancia sempre trouxe a paz.
ou então, tente sempre mais, seja sempre mais, ofereça sempre mais do que você pode oferecer... mas não tenha certeza de que será o suficiente.

sábado, 15 de novembro de 2008

você pediu, e eu já vou daqui...

ás vezes, é tão difícil compreender que as pessoas não conseguem te compreender...
os sentimentos são tão confusos, embaralhados, mas no fim se alguém tentar, vai ser fácil te entender...
ás vezes você nem precisa de alguém que te compreenda, que te aceite, por inteiro...
você só precisa de um abraço, de um beijo.
mas é tão difícil compreender que isso, as pessoas não conseguem te oferecer.
quando só se olha um lado da moeda, é muito mais fácil resolver as coisas... mas usando um pouquinho de empatia, de repente, seja possível suprir o que você precisa naquele momento...
quando tudo parece perdido, e sem sentido... quando tudo o que você faz, já não é válido
quando você chora, baixinho... e ninguém te ajuda a enxugar as suas lágrimas
não há mais saída
e você pensa: vai ser assim pra sempre... assim como quando você pensa que as coisas boas vão ser assim pra sempre
mas não. não serão pra sempre...
se você é otimista, as coisas boas superarão e serão de fato pra sempre assim...
mas quando uma coisa pode dar errado...





o mundo é um moinho
vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
vai reduzir as ilusões a pó.